MAria Corina, principal líder da o´posição da Venezuela, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz de 2025

Líder opositora María Corina conclama venezuelanos à mobilização após captura de Maduro

Há 2 meses
Atualizado domingo, 4 de janeiro de 2026

Neste sábado (3), a líder opositora María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, publicou uma carta aberta dirigida ao povo da Venezuela na qual celebra a queda do governo de Nicolás Maduro e convoca a população a garantir a transição democrática no país. No documento, ela afirma que “chegou a hora da liberdade” e pede a imediata posse de Edmundo González Urrutia como presidente legítimo da Venezuela.

A mensagem foi divulgada horas após a circulação de imagens que mostram Maduro sob custódia de agentes da DEA, após uma operação militar dos Estados Unidos em território venezuelano. A ação, que teria incluído bombardeios em pontos estratégicos do governo chavista, ainda repercute internacionalmente.

O fim de uma era e o início de outra

“Maduro enfrenta hoje a justiça internacional pelos crimes atrozes cometidos contra os venezuelanos e contra cidadãos de outras nações”, diz María Corina, ao justificar a operação dos EUA. Para ela, trata-se do cumprimento da promessa americana de “fazer valer a lei” diante da recusa de Maduro em aceitar uma saída negociada.

A opositora celebra o momento como o ponto de virada após anos de repressão e sofrimento. “Lutamos por anos, entregamos tudo. E valeu a pena”, afirma.

Convocação para a transição democrática

María Corina defende a nomeação imediata de Edmundo González como presidente constitucional, afirmando que ele é o líder eleito pelo povo em julho do ano anterior. “É a hora dos cidadãos”, escreve. A líder pede mobilização nacional para apoiar a nova gestão e afirma que a oposição está pronta para assumir o poder.

Ela ainda pede que militares e soldados da Força Armada Nacional reconheçam a autoridade do novo comando civil.

Diálogo com o exílio e pedido de união

Na parte final do texto, María Corina se dirige aos venezuelanos que estão fora do país. Ela pede que ajam junto a governos estrangeiros e cidadãos do mundo para apoiar a reconstrução nacional. “Precisamos de todos”, diz.

O comunicado encerra com uma promessa firme: “Venezuela será livre. Vamos de mãos dadas com Deus, até o final.”

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